BIBLIOTECAS DAS ESCOLAS DE MONTE GORDO/SANTO ANTÓNIO

17
Jan 17

Em dia de "Hora do Conto", proporcinada pela Biblioteca Municipal Vicente Campinas, os alunos do 5.º H e I ouviram a bonita história de "Há males que vêm por bem", de M.ª Conceição Correia e ilustrada por João Tavares.

O Filipe e a Filipa chegam atrasados à escola. Em sua casa aconteceu uma tragédia: rebentou um cano na parede, o leitor de CD da Filipa e o gameboy do Filipe ficaram estragados, a mãe perdeu o comboio - uma manhã para esquecer. Mas, uma vez mais, o chapéu mágico da professora Clotilde vai segredar "histórias com provérbios dentro" e mostrar que a sabedoria popular contém muitos ensinamentos. E, porque "Há males que vêm por bem", o Filipe e a Filipa vão ter uma grande surpresa.

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publicado por bibliocentro às 12:07

17
Nov 15

Na "Hora do Conto" de hoje,  a Margarida Gomes, da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, trouxe o livro "A Locomotiva Tchaf", escrito por Carlos Correia e ilustrado por Ana Gini, que relata as aventuras do pequeno Pedro Malaquias à volta da sua grande paixão, os comboios, e do seu grande sonho - ser maquinista de uma locomotiva - aos atentos e divertidos  alunos do 3.ºF e 3.ºG.

 

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 "Ti João, o fogueiro, cuspiu nas mãos, pegou na pá

e começou a lançar muito carvão na fornalha.

Trraaac-tchi-pum, trraaac-tchi-pum, trraaac-tchi-pum.

As pazadas de carvão entravam na fornalha

a um ritmo certo e ardiam numa explosão breve.

- Já está boa, Ti João. A pressão já atingiu o máximo, exclamou o maquinista.

- Partiiiida!, gritou uma voz lá ao longe,

ao mesmo tempo que se ouvia a corneta do chefe da estação.

- U, U, U, respondeu a máquina ao aviso da corneta.

Tchaf, tchaf, tchaf, tchaf, faz mais fumo,

faz mais fogo, força firme

foge-foge nesta viagem sem fim.

Tchaf, tchaf, tchaf, tchaf, pouca-terra, pouca-terra,

puxa-passa, passa-puxa a potência do vapor para a roda pedaleira.

Tchaf, tchaf, tchaf, tchaf, rilha o ferro, range o rail,

roda a roda reduplica a raiva de mil corcéis

a escoucinhar furiosos as alavancas da máquina.

Tchaf, tchaf, tchaf, tchaf, a caldeira a rebentar já não vive,

sobrevive aos cavalos de vapor

– catrapum e catrapum, catarapum e catrapum

– patadas no corpo-aço das alavancas motrizes

e vai-que-vem e vem-que-vai

são muitas mil toneladas de aço e ferro para arrastar.

Corre, corre comboiozinho, conta-conta a tua história,

canta-canta a melopeia

– tum, tum, tum e tum, tum, tum – toada música-toante,

melodia de viagens cem mil vezes repetidas quase até ao infinito.

O fogueiro afogueado anima a marcha do trem,

canta modinhas bonitas, assobia sonhos-sol

e os seus cavalos brancos crinas soltas,

força livre puxam pela geringonça

- tchaf, tchaf, tchaf, tchaf – respondendo com amor

àquele duende mágico mascarrado com carvão."

publicado por bibliocentro às 14:45

19
Nov 13

        O Natal continua a fazer presença antecipada na nossa Biblioteca! "O Natal especial da Família Neve", escrita por Stella Gurney e ilustrada por Andrea Petrlik, é uma história recheada de ternura e polvilhada de imaginação que encantou os alunos do 2.ºG e os meninos da IPSS "A Cegonha", em mais uma "Hora do Conto" proporcionada pela Biblioteca Municipal Vicente Campinas.

 

publicado por bibliocentro às 12:15
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12
Nov 13

        Em dia de mais uma "Hora do Conto", o espírito natalício chegou mais cedo para os alunos do 1.º/2.ºF e os meninos da IPSS "A Cegonha" através da história "O Natal especial da Família Neve", escrita por Stella Gurney,  ilustrada por Andrea Petrlik e contada pela Margarida Gomes (da Biblioteca Municipal Vicente Campinas).

 

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05
Nov 13

        Os meninos da IPSS "A Cegonha" estiveram na nossa Biblioteca para participar na "Hora do Conto", onde o Natal chegou mais cedo pela voz e encantamento da contadora de histórias da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, Margarida Gomes, através do livro "Sabes, Maria, o Pai Natal não existe".

        Como muitos meninos crescidos, o Frederico não acredita que o Pai Natal exista. Tentar convencer a Maria do mesmo é que não vai ser tarefa fácil - e se o Pai Natal deixar de acreditar no Frederico? Rita Taborda Duarte assina mais uma fantástica desconstrução do imaginário infantil, brilhantemente apoiada nas divertidíssimas ilustrações de Luís Henriques.

 

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        Uma a uma, as luzes da casa da quinta vão-se apagando e a Família Neve é deixada sob a luz prateada da lua cheia. A Mamã Neve, o Papá Neve e o Filhote Neve dão o seu melhor para celebrar o Natal como a família que podem ver pelas janelas da casa da quinta; mas eles nem imaginam o quão especial o seu Natal será!

         "O Natal especial da Família Neve", escrita por Stella Gurney e ilustrada por Andrea Petrlik, é uma história recheada de ternura e polvilhada de imaginação que encantou os alunos do 1.ºE, em mais uma "Hora do Conto" proporcionada pela Biblioteca Municipal Vicente Campinas.

 

publicado por bibliocentro às 10:58
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21
Mai 13

      JORGE SERAFIM, autor e contador de histórias, esteve na nossa escola e proporcionou aos alunos do 4.º H/I e do 6.º G/H momentos inesquecíveis, de palavras mágicas e ideias profundas recheadas de muito humor, que deram à expressão "chorar a rir"  um novo significado e à promoção do livro e da leitura uma veia cómica.

         F A N T Á S T I C O !

 

 

 

        "Conto para que as palavras regressem a casa mais cedo. Para que entre nós deixem de haver vazios difíceis de habitar. Como as aves rumo a um sul à espera de existir. Conto para dar sentido aos passos que faço. Para reaprender a amar todas as ruas que percorro e entender todas as gentes que encontro. Conto para apagar silêncios fundos e afagar tristezas demoradas. Para fazer dos dias a morada da fala e dos meses a terra sonhada. Conto para que tudo à minha volta seja mais bonito. Tão simples de fazer tão complicado de entender…”

publicado por bibliocentro às 16:03
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27
Nov 12

        Em dia de "Hora do Conto" com a colaboração da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, os alunos do 6.ºG e 6.ºH enredaram-se no encantamento de duas histórias tradicionais portuguesas - "A Adivinha do Rei" e "O Filho do Demónio" - retomadas por Alice Vieira e onde a inteligência é sempre a arma mais poderosa para combater todos os males, só assim, a filha do conselheiro consegue vencer a desconfiança do rei e salvar o pai de morte certa, só assim o príncipe consegue vencer o diabo e resgatar a sua alma.

 

publicado por bibliocentro às 10:19
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12
Jun 12

        Na "Hora do Conto" de hoje, com a colaboração da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, os alunos do 4.ºJ tiveram a oportunidade e o prazer de ouvir a história "Leonardo da Vinci", de Guido Visconti e Bimba Landmann.

 

       Trata-se de uma adaptação, para o público infanto-juvenil, da biografia de Leonardo Da Vinci, cuja narrativa dá especial destaque ao génio inventivo do criador, ao mesmo tempo que procura revelar a sua profunda humanidade e a atenção que dedicava aos outros e ao mundo que o rodeava. Ao colocar Leonardo a interagir com um jovem criado, uma criança ainda, o narrador sublinha a dimensão pedagógica do inventor e do artista que tenta explicar aquilo que observa e a forma como pretende deixar a sua marca no mundo. Ao acompanhar alguns dos anos mais produtivos de Leonardo Da Vinci, a narração apresenta-o como homem polifacetado, cujos interesses diversificados ainda hoje fazem dele um cientista e um artista ímpar. As ilustrações procuram recriar, com expressividade e algum pormenor, o contexto da personagem central, dando especial relevo à recriação das suas obras, escritos e pensamentos.

 

        Para enfatizar a genealidade do pintor, arquitecto, escultor, engenheiro, anatomista, poeta, músico, matemático, físico, astrónomo e inventor, os alunos ainda assistiram à exploração de uma apresentação em powerpoint onde apreciaram algumas das suas criações.

 

publicado por bibliocentro às 11:20
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05
Jun 12

      Na "Hora do Conto" de hoje, a Biblioteca Municipal Vicente Campinas trouxe a história "A ovelhinha que veio para o jantar", de Steve Smallman e Joelle Dreydemy, que deliciou os alunos do 3.ºI e do 1.ºI.

 
       Numa narrativa desenvolvida em torno da temática da amizade e dos afectos, este livro mostra-nos como tradicionais e eternos inimigos podem contrair sentimentos muito fortes, tornando-se companheiros fiéis. Um velho lobo esfomeado recebe a visita inesperada de uma ovelhinha, da qual planeia fazer o seu jantar. Apesar da sua matreirice, e percebendo rapidamente que aquilo que a ovelhinha, afinal, procurava era unicamente a sua amizade e o seu carinho, ao enchê-lo de mimos e abraços como nunca antes tinha experimentado, num final comovente e ao mesmo tempo risonho, o tradicional predador vê-se, irresistivelmente, enganado pelos seus próprios sentimentos. Perante um texto marcadamente simples e vivo, pela utilização alternada de discursos, e ilustrações extremamente amplas e coloridas, que sublinham com clareza a expressividade das personagens e dos momentos cruciais da acção, este belíssimo conto é um autêntico hino à amizade e a prova de que os lobos não são assim tão maus!

 

publicado por bibliocentro às 10:46
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