BIBLIOTECAS DAS ESCOLAS DE MONTE GORDO/SANTO ANTÓNIO

25
Out 09

 

 

Não se esqueçam! Amanhã é o Dia Internacional das Bibliotecas Escolares.

publicado por bibliocentro às 19:05
sinto-me: Vagabundo das palavras
música: Baile na Biblioteca - Cabeças no ar

15
Out 09

 

Estamos em Outubro, o Mês das Bibliotecas Escolares. Para relevar a importância do Livro e da Leitura, comemoramos durante um mês a alegria que é folhear um livro. Um amigo de todas as horas.

 

Perguntado sobre a futura longevidade do livro, face às investidas dos novos suportes tecnológicos, Umberto Eco respondeu qualquer coisa como isto: O Livro é como a roda, uma invenção definitiva. Os novos suportes da informação irrompem nas nossas vidas e desaparecem ainda com mais velocidade. A sua efemeridade é estonteante. VHS, DVD, CD Rom tão depressa revolucionaram a manutenção e a divulgação de informação, como desapareceram (ou desaparecerão) na voragem dos novos tempos. O Livro; dos rolos de papiro, aos volumina romanos, dos códices de pergaminho, aos incunábulos pré Gutemberg, dos livros impressos em papel, aos livros fotocopiados; aí está, vencedor, enfrentando o futuro e transportando a memória imorredoira. (não coloco o texto entre aspas porque cito de memória e, longe de nós, nunca poderíamos atingir o brilhantismo das palavras e ideias do grande mestre)

 

 

publicado por bibliocentro às 11:38

 

 

O Ministério da Educação e o Ministério da Saúde lançaram o livro digital «O Nuno escapa à Gripe A».
O livro produzido pelo Plano Nacional de Leitura é divulgado com o intuito de evitar a disseminação da Gripe A nas Escolas
.


clicaqui em baixo

 

http://e-livros.clube-de-leituras.pt/elivro.php?id=onunoescapaagripea

 

publicado por bibliocentro às 10:43
sinto-me:

04
Out 09

 

 
 Antecipando, desde já, o Centenàrio da República, que se comemora no próximo ano: 1910-2010,  a BECRE inicia o seu ciclo de exposições com uma exposição intitulada "5 de Outubro de 1910 - Implantação da República.
 
A Queda da Monarquia
 
Nas últimas décadas do século XIX sentia-se, por todo o País, o descontentamento da população.
A maioria do povo português continuava a viver com grandes dificuldades. Aqueles que já antes eram pobres - operários, agricultores e outros trabalhadores rurais – estavam cada vez mais pobres, e só os que já eram muito ricos conseguiam aumentar a sua fortuna.
Esta situação provocava grande agitação e mal-estar. A humilhação gerada pelo Ultimato inglês tinha originado uma onda de indignação contra o rei, acusado de fraqueza, cobardia e traição. Os sucessivos governos da monarquia liberal mostraram-se incapazes de melhorar as condições de vida da população.
Neste clima de descontentamento contra a monarquia, as ideias republicanas ganham adeptos: defendem um presidente eleito à frente do governo, e não um rei. Forma-se o Partido Republicano.
 
 
No dia 1 de Fevereiro de 1908, em Lisboa, ocorre o regicídio: são mortos num atentado o rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe.
A monarquia entrava em agonia.
 
 
A Revolta do 5 de Outubro de 1910
A revolução republicana iniciou-se em Lisboa, na madrugada do dia 4 de Outubro de 1910. O movimento revolucionário partiu de pequenos grupos de conspiradores: membros do exército e da marinha (oficiais e sargentos), alguns dirigentes civis e grande número de populares armados. Apesar de alguma resistência e alguns confrontos militares, o exército fiel à monarquia não conseguiu organizar-se de modo a derrotar os revoltosos. A revolução saiu vitoriosa.
Na manhã do dia 5 de Outubro de 1910, José Relvas e outros membros do Directório do Partido Republicano Português, à varanda da Câmara Municipal de Lisboa e perante milhares de pessoas, proclamaram a República.
No mesmo dia, o rei D. Manuel II e a família real embarcaram na praia da Ericeira com destino a Gibraltar. O último rei de Portugal seguiu depois para o seu exílio na Inglaterra.
Acabavam, assim, mais de sete séculos de monarquia em Portugal.
 
 
 

 

publicado por bibliocentro às 16:49
sinto-me:
música: A Portuguesa

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